parece que foi ontem que…

Muse – Guiding Light

2 Outubro , 2009 · Deixe um comentário

Impure hearts stumble
In my hands they crumble
And fragile and stripped to the core
I can’t hurt you anymore

Loved by numbers,
You’re losing life’s wonder
Touch like strangers detached
I can’t feel you anymore

There’s sunshine trapped in our hearts
It could rise again
But I’m lost, and crushed, and cold, and confused
With no guiding light left inside

You were my guiding light

And comfort and warmth can’t be found
I still reach for you
But I’m lost, and crushed, and cold, and confused
With no guiding light left inside

You’re my guiding light
You’re my guiding light

And there’s no guiding light left inside
There’s no guiding light in our lives

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Último post

2 Outubro , 2009 · Deixe um comentário

Me despeço aqui deste blog, vou dar um novo rumo às coisas, repensar outras.

Hora de mudar…

—————-
Now playing: Muse – Guiding Light
via FoxyTunes

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Exogenesis Pt 3

1 Outubro , 2009 · Deixe um comentário

acabei de passar por uma sensação que nunca tinha sentido antes ao escutar essa música com os olhos fechados…
foi como se estivesse flutuando… tentei fazer de novo e não consegui…

são 3 da manhã… deve ser o cansaço…

Why can’t we start it over again?

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28 Setembro , 2009 · Deixe um comentário

“Quando se ama alguém tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível.
É mais fácil esperar do que desistir.
É mais fácil desejar do que esquecer.
É mais fácil sonhar do que perder.
E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.”

“Sinto.
Falta, saudade, ausência.
Sinto muito.
Sinto o silêncio, que sufoca, incomoda, agita.
Me tira o sossego, me traz a lembrança, junto com a agonia.
Cadê tudo?
Queria poder pegar, apalpar e colocar na minha frente, transformar o passado em futuro, e dizer que já não sinto mais falta.
Saudade de um sorriso, um oi, um telefonema, um amigo, um amor.
Sinto tanta coisa incontrolável.
Sou.
Sou saudade, passado e presente.
Brinco com o futuro.
E sinto.
Sinto muito.”

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Coletânea Foo Fighters

31 Agosto , 2009 · Deixe um comentário

Umadas minhas bandas preferidas vai lançar uma coletânea em 2  de Novembro com o título simples de “Greatest Hits”.

O álbum chegará ao mercado com duas músicas inéditas, “Wheels” que foi primeiramente apresentada durante um almoço na Casa Branca em 4 de Julho, dia da Independência americana.
E a canção “Word Forward”, composta especialmente para a compilação.

O álbum já tem algumas faixas definidas como “Learn To Fly”, “My Hero”,  “Best Of You”, “Times Like These” e “Everlong”.

O Foo Fighters anunciou sua separação há um ano atrás, alegando que seria só uma pausa, que em 10 anos voltariam a atuar nos palcos. Muito tempo não é não?

Eu queria muito uma apresentação da banda no Brasil, esse é um dos shows que eu não perderia por nada!

Aqui vai um clipe da trilha sonora de Orange County que tem a participação do ator Jack Black.

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Faith No More no Brasil

12 Agosto , 2009 · Deixe um comentário

O tecladista Roddy Bottum postou em seu Twitter que a banda volta ao Brasil em Novembro.

O Faith no More deve tocar no dia 7 de Novembro no Maquinaria Festival em São Paulo.
A banda que após anunciar seu retorno, subiu aos palcos no dia 10 de Junho já incluiu o Brasil em sua tour!

Em uma de suas passagens pelo Brasil, mais precisamente no aeroporto Tom Jobim no Rio de Janeiro, os integrantes da banda ficaram intrigados com aquela voz que anunciava os vôos.

Em 1992 a banda usou a voz da anunciante dos vôos, sem sua permissão na música Crack Hitler.
Prestem atenção na voz de uma mulher no vídeo.

Esse daqui é o vídeo de uma das minhas músicas favoritas da banda.

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Móveis Coloniais de Acajú

12 Agosto , 2009 · Deixe um comentário

Moveis_C_mpl_te

Poizé… o Móveis Coloniais de Acaju lançou cd novo (lançaram em Maio, mas eu só lembrei de baixar há dois dias atrás!), pelo Album Virtual do Grupo Trama.

Pra quem quiser baixar, é só entrar aqui: http://albumvirtual.trama.uol.com.br/index.jsp?album=1128131101 e baixar! É de graça!

Gostei do cd, achei bem legal, o som evoluiu e as letras estão mais conexas, além do ritmo que variou bastante.
Deixo aqui um vídeo de amostra de uma música que gostei bastante!

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Fagner

10 Agosto , 2009 · Deixe um comentário

Presença musical na minha infância, li uma entrevista interessante hoje na Folha de São Paulo;

“Está faltando homem que cante bonito.” Grave, quase soturna, a frase veio do Ceará, por telefone. Do outro lado da linha estava Raimundo Fagner, 59, e seu vozeirão, que pareciam ter acabado de sair da cama.
Autor de clássicos incontestáveis como “Mucuripe” e “Canteiros”, ele tem composto pouco. Prefere cantar -bonito- as músicas dos outros. É basicamente o que faz em “Uma Canção no Rádio”, que acaba de lançar. Das dez faixas do álbum, apenas duas -parcerias com Chico César e Fausto Nilo- levam sua assinatura.
“Ninguém recusa uma voz que venha com beleza. Está aí esse horror de mulher cantando porque, apesar de tudo, elas têm certa doçura na voz”, diz. “Tem artista famoso que se sustenta há anos na parada de sucesso por causa de produção, tecnologia, modernidade, uma série de outras coisas. Mas voz que é bom você não identifica.”

“Povão”
O título do álbum novo não tenta esconder: Fagner se orgulha de ser popular. Se isso nem sempre foi assim (quem duvida que trate de ouvir o experimental -e arrebatador- “Orós”, gravado por ele em 1977), assim ficou desde que Roberto Carlos lhe deu a dica.
Fagner conta que, na virada para os anos 80, encontrou Roberto em Miami e foi puxado para um canto: “Bicho, suas músicas são boas, mas quando é que você vai cantar para o povão?”. A pergunta ecoou em sua cabeça como um sino de igreja. “O que fiz [a partir de então] foi baixar um pouquinho a qualidade. Diminuir um pouquinho a intensidade da inteligência”, diz. “Para o grande público não precisa inteligência demais. E ficar todo o tempo cantando só para público cabeça cansa, cai o cabelo.
Se você tem capacidade, consegue fazer para os dois [tipos de público].” Graças a essa ideologia, tem lotado todos os seus shows desde então, onde quer que os faça. E enche a boca para dizer que nunca precisou usar leis de incentivo para mantê-los assim.
Defende que artistas consagrados como ele não deveriam usar esse tipo de recurso, pois estariam tirando o benefício dos novatos, que poderiam precisar mais. Usa Caetano Veloso, seu eterno desafeto predileto, como exemplo. “Caetano está fazendo um show experimental, do disco novo. Fazer show experimental usando lei é uma mamata”, ataca. “Mas esse pessoal aí só vive de lei. Desde que botaram o ministro lá, usam lei adoidado. É o que eu chamo de “uma mão suja a outra”.”
Ainda que traga lampejos políticos -como a faixa “Martelo”, que conta com a participação de Gabriel, o Pensador-, “Uma Canção no Rádio” é um disco de amor. O conceito “música de protesto” saiu de moda? Fagner afirma que sim. “Esse discurso ficou datado. Poucas vezes eu fui censurado nem por isso sou um alienado. Por formação, uso a arte na forma de música romântica.”

por Marcus Preto

Dia 15 agora tem show no HSBC, tô afim de ir…

Pra quem não conhece,  tá aqui um cd muito bom, já ouvi muito e recomendo!

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Renascido Blog

10 Agosto , 2009 · Deixe um comentário

Bom, eu tenho esse blog aqui estacionado… há meses que nada aparece por aqui, seja por intervenção minha, ou de outros…
A questão é: Por que não fazer algo de útil com ele?

Leio blogs sobre música e acho uma idéia legal falar sobre música, dicas e tudo mais. Então agora esse blog vai se dedicar à música que é uma paixão e sobre o que mais eu achar de interessante, seja cinema, literatura, etc etc… vamo ver no que isso dá!
Pra que ter um blog que não está servindo de nada se eu posso fazer algo de produtivo aqui? Vai que alguém gosta…

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Um lugar

9 Junho , 2009 · Deixe um comentário

Tantos anos preso àquele lugar que assistiu as suas frustrações e ânsias. Cada parede, cada esquina daquele pedaço de mundo era uma testemunha muda de sua vontade de sair dali.
Quando finalmente conseguiu, achou que jamais voltaria.
Tinha para si que casa é onde está o coração, e estava certo de que o seu nunca estivera naquele lugar.
Arrumou as malas como se arrumasse a própria alma.
Despediu-se com pesar afinal, não era pelas pessoas que não se sentia aceita.
Partiu.
Visitou lugares, conheceu pessoas e amores.
Experimentou sabores e emoções que certamente não conheceria se tivesse ficado onde estava.
Com uma curiosidade infantil, aproveitou cada segundo de estadia.
Depois de tantas velhas novidades a inquietude voltou.
Sentiu, pela primeira vez, vontade de ir para casa.
Ela se lembrou de que nada mais havia de estar do jeito que deixou.
Tudo se ajustou à sua ausência. O que ficou também teve um novo começo. Era assim que funcionava a adaptação.
Voltou. Chegou a tão pouco tempo e já se vê nos reflexos das vidraças, nos sorrisos dos vizinhos de outros tempos.
Foi preciso ter o pé em outras superfícies para conhecer a si mesmo e suas origens. Ter certeza do lugar ao qual sempre pertenceu.
Hoje, ele sabe que partir não é uma obrigatoriedade, ir adiante é só mais uma escolha e que a volta é muitas vezes a melhor opção.
Sentir-se em casa não é uma questão de ambiente mas de adaptar-se a si mesma.
Hoje, ele pode estar em qualquer lugar porque sabe onde está seu coração.
Ás vezes, é preciso sair para se encontrar.

Sabrina Davanzoo

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